SOMOS UMA MINHOCA?
O GRUPO GUARARAPES fica orgulhoso quando é solicitado para defender um ponto de vista que fira os DIREITOS HUMANOS. A primeira premissa para que os DIREITOS HUMANOS sejam respeitados é a maneira como o Estado se comporta em face ao seu cidadão. Se o Estado ou seus dirigentes mentem tudo o mais pode acontecer. A VERDADE é a base da solidez de qualquer sociedade. Há exemplos que dignificam a solidez da democracia em alguns Países. A mentira levou um presidente dos EUA a renunciar ao seu mandato. No Japão alguns políticos vão ao suicídio. Mentir nunca, pois se aceitando a MENTIRA como defesa todo um sistema de dignidade humana falece. A palavra do cidadão deve ser aceita como VERDADE. Caso assim o Estado não proceda vamos encontrar a primeira agressão aos DIREITOS HUMANOS, pois passou o Estado a duvidar do seu cidadão. Para o Estado o cidadão é um velhaco, neste caso. No Brasil a sociedade passou a aceitar o golpe, a esperteza, a “lei de Gerson” como um modo de vida. Resultado triste de tudo isto: o cheque sem fundo rola, o pré-datado existe, encontrar um objeto perdido indica que ele passou a ser seu e quem é honesto é tido como besta. A quebra dos valores chegou a tal ponto que se mente, se falsifica documentos e ainda, assim, pode-se ser candidato à Presidente da República ou a outro cargo público. Perdeu-se o pudor e o sentimento de vergonha. Palavras novas “dossiês” indicam a canalhice da sociedade vigente. Um caso simples e grave. Um cidadão é multado no trânsito por desacato a uma autoridade. A multa indica que o fato aconteceu numa cidade do interior do estado. O cidadão vai ao órgão competente e afirma que não conhece nem lá nunca esteve naquele município. Entregam-lhe um papel para escrever a justificativa e solicitam ao cidadão que se dirija á uma delegacia para fazer o BO, pois podem ter falsificado a placa do carro. A autoridade presente lhe aconselha a pagar, pois não adianta a sua palavra. Batem o tal BO e uma senhora ao lado diz a mesma coisa. Até ai tudo bem. O cidadão volta ao órgão competente e protocola sua defesa e dirige-se ao funcionário: tenho vontade de lhe dizer alguma coisa, mas tenho vergonha. Diga. O cidadão conta a sua história e a resposta é acachapante: não adianta. O senhor vai pagar. Aconteceu comigo (funcionário). Fui multado em outra cidade e lá nunca fui. Paguei. Então tudo é uma farsa. O que fazer num País onde o cidadão nada vale? Fazer o que quando o PNDH-3 não defende o cidadão da prepotência do Estado? Quando os DIREITOS HUMANOS não é uma luta social pela valorização do HOMEM e sim um PROGRAMA POLÍTICO para garantir o Poder do Estado e da minoria que dele se apossou, CRIANDO UMA DITADURA COMUNISTA o que fazer? É não votar em canalha, mentiroso e tentar vencer pelo voto. O BRASIL VIVE A DITADURA DO ESTADO. O CIDADÃO É uma MINHOCA. SÓ OS GRANDES LADRÕES LIGADOS AO GOVERNO E AO SEU PARTIDO são cidadãos o resto é resto.
VAMOS REPASSAR! A INTERNET É A NOSSA ARMA!
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