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Lê Livre Noir da Communime (1997) escrito por historiadores europeus, confirmaram os registros do Professor R J Rummel, cientista político, sobre a estatística macabra resultante das tentativas e da implantação do comunismo na China, na URSS, no Paquistão, Coréia do Norte, Camboja, Turquia, Vietnam, Polônia, África do sul, cujo montante de morte alcançou :
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50 milhões de pessoas
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100 milhões de pessoas
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170 milhões de pessoas
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Você sabia que a Contra-Revolução Brasileira de 1964 barrou a implantação de uma Republica Socialista , com viés ideológico comunista , tida como certa pela alta cúpula do comunismo internacional, com poucas mortes tendo a frente o povo liderado pelas FFAA onde as morte por enfrentamento dos comunistas ás forças legais e regulares foram:
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2000 pessoas
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500 pessoas
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5 pessoas
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As tentativas e implantação das Repúblicas Comunistas foram sempre feitas com milhões de baixas decorrentes das torturas, do tratamento desumanos nas prisões, nos campos de trabalhos forçados, e a maioria por fuzilamento simples, sem qualquer julgamento sério. Essa macabra estatística vai muito além de qualquer imaginação, basta recordar que todas as mortes da Segunda Guerra Mundial representaram apenas 12,9 % das mortes ocorrida para implantar o comunismo na China . Quanto foram os mortos na China para que o comunismo fosse implantado ?
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35 milhões de pessoas
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62 milhões de pessoas
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39 milhões de pessoas
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Parte da grande imprensa brasileira acompanhou e ajudou os Governos da Revolução por mais de 20 anos. Um dos maiores homem da imprensa brasileira declarou : “ apoiei os governos da revolução de 1964 até 1985 porque tinham dignidade”:
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Roberto Marino
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Glycon de Paiva
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Josefá Marinho
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Um intelectual brasileiro, lido e citado em toda a mídia nacional, declarou: “essa revolução teve seus heróis, que arriscaram suas vidas ou puseram sob polêmica seus conceitos profissionais pela liberdade que aí está e pelo desenvolvimento econômico que seus sucessores não estão sabendo manter. Hoje são denegridos pela mentira e injustiça sectária”.
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Jean Vejan
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Roberto Campos
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Glycon de Paiva
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